<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5010378197349415321</id><updated>2011-07-30T06:56:37.310-07:00</updated><category term='direito'/><category term='Alunos'/><category term='estudantes'/><title type='text'>Direito Práksico</title><subtitle type='html'>O Direito e as transformações sociais.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://direitopraksico.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5010378197349415321/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitopraksico.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Raila de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11802650823582864080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='15' src='http://4.bp.blogspot.com/_Kx0hn_Ezkzc/SfImKI4LAhI/AAAAAAAAABw/bYKQwbVcoJ0/S220/Rah.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5010378197349415321.post-58206404539812825</id><published>2009-09-11T14:01:00.000-07:00</published><updated>2009-09-11T14:23:00.381-07:00</updated><title type='text'>O homicida passional segundo Maitê Proença.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://jornalcidade.uol.com.br/fotos/SegurancaPolicia/fotos_29070910.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 380px;" src="http://jornalcidade.uol.com.br/fotos/SegurancaPolicia/fotos_29070910.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(16, 56, 74); line-height: 25px; font-family:Verdana, Helvetica, Georgia, sans-serif;font-size:15px;"&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 15px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Raios não caiem duas vezes no mesmo lugar. Às vezes. Na minha casa caíram, e assim convivi com dois homicídios, no período de minha infância, o de meu pai e de minha tia sua irmã, que, por ironia, também matou o parceiro. Tenho, portanto, intimidade com o assunto. Mais do que isso, conheço-o profundamente, já que tive de compreendê-lo para sobreviver. Nada alivia tanto quanto o entendimento minucioso dos fatos que levaram a uma dor – como em tudo, só o conhecimento traz a cura. Cheguei ao requinte de compreender melhor os crimes a minha volta do que fizeram as pessoas que os praticaram. O assassino passional não sabe por que matou, e é um erro recorrente nos tribunais querer arrancar motivos de seus réus. Eles não os têm. Destroem o núcleo de suas vidas, o grande amor e a razão de tudo, e depois choram em cima de seus cadáveres por pena de si e pela falta do objeto amado. É um processo irracional. É também autodestrutivo. Tanto assim que, via de regra, esse homicida não foge do local de seu crime, mas fica ali, não tendo mais a perder, para ser preso em flagrante. A criatura que mata por amor é alguém cuja necessidade de paixão chegou a níveis obsessivos. Ali, há um apaixonado, ávido de afeto e incapaz de renúncia. A pessoa pensa sem parar numa única coisa, na impossibilidade de ter o outro como ele precisa que o outro seja, na traição, ou em sua eventualidade. Fantasias obscuras lhe entorpem a cabeça, e não há ser sobre a terra que consiga viver com uma só idéia a lhe atazanar dia e noite, na rua, no trabalho, por toda parte, a toda hora. A tormenta chega a um ponto de ruptura, que, dali, um mínimo detalhe leva a matar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Sylfaen, serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-size:85%;"&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 15px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Além do mais, há pessoas que só sabem amar na tensão, vivem às turras e assim se realizam. O sentimento tranqüilo e pacífico, que para tantos é a forma ideal, para eles nada significa – o amor tem faces múltiplas, e há aspectos que vêm com a violência embutida. Nesses casos os homens tendem a ser mais agressivos. Eles batem, espancam e se portam de forma primária. A mulher, mais sutil, observa, e, intuitiva, aprende por onde atacar. Ela finge que trai, provoca, pede dinheiro que ele não tem para dar, fere-lhe o orgulho e vai levando o parceiro à exasperação. Aí ele bate, machuca e por aí vão anos de amor e dor. Até que um dia…&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 15px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Qual o ser vivo, por mais bondoso, que já não pensou na morte de uns vinte? As crianças pensam. Todos nós pensamos. No trânsito, no trabalho, nas discussões com o parceiro.O homicida ocasional não é um homem ruim, mas alguém que viveu um tumulto interior gigantesco e por ali desviou de si. Ele pode ser bom sujeito, honesto, trabalhador, pai carinhoso. Não voltará a matar, e representa muito pouco perigo para a sociedade. Deve ser punido porque em seu desvario amputou a vida de alguém e espalhou sofrimento a sua volta, mas deve também, e pode, ser compreendido. É estranhíssimo, e dificulta a compreensão saber que essa criatura não sente remorsos. A idéia de que o assassino vive numa tortura interna que lhe devora o espírito é equivocada. Em seu mundo subjetivo ele (ou ela) tinha razões para fazer o que fez. Você, com sua ética, não consegue perdoá-lo, mas o homicida não vive sequer a questão do perdão. A coisa está feita, e os limites que rompeu ao praticá-la estavam amarrados na mesma praia onde ele hoje reencontra as justificativas que lhe permitem seguir vivendo. O que outrora serviu de motivação emocional para matar, hoje é um raciocínio lógico de seu universo íntimo. Então, se essa pessoa não assassinou por motivo fútil, ela merece ser vista à clareza das imparcialidades. Por ter refletido sobre isso a vida inteira, aprendi que para se julgar um gesto apaixonado é preciso muito desapego. E que há de se ter compaixão, pois com ela não só esse crime mas qualquer transgressão humana pode ser compreendida. Não há nada mais primário e mesquinho do que enxergar os atos alheios pelo ângulo exclusivo da acusação. Não se deve pensar, aquele fez mal à minha filha. Pense antes, minha filha fez mal a alguém.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 15px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Extraído do livro &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;“u&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;ma vida inventada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;”, de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Maitê Proença. Rio de Janeiro: AGIR Editora LTDA., p. 63 a 65.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0px; padding-top: 15px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Fonte: www.pauloqueiroz.net&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5010378197349415321-58206404539812825?l=direitopraksico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitopraksico.blogspot.com/feeds/58206404539812825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitopraksico.blogspot.com/2009/09/o-homicida-passional-segundo-maite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5010378197349415321/posts/default/58206404539812825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5010378197349415321/posts/default/58206404539812825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitopraksico.blogspot.com/2009/09/o-homicida-passional-segundo-maite.html' title='O homicida passional segundo Maitê Proença.'/><author><name>Raila de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11802650823582864080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='15' src='http://4.bp.blogspot.com/_Kx0hn_Ezkzc/SfImKI4LAhI/AAAAAAAAABw/bYKQwbVcoJ0/S220/Rah.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5010378197349415321.post-845427874452966402</id><published>2009-08-04T14:14:00.000-07:00</published><updated>2009-08-07T08:42:28.068-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alunos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estudantes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='direito'/><title type='text'>Sobre a diminuição do número de estudantes de Direito no Brasil.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.riguardare.com.br/riguardare/Site/direito_files/direito.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 521px; CURSOR: hand; HEIGHT: 367px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.riguardare.com.br/riguardare/Site/direito_files/direito.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;''A quantidade de estudantes do curso de Direito no Brasil aumenta de forma impressionante, juntamente com o número de faculdades que oferecem o curso''. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De quando em quando nos deparamos com essa notícia nos jornais brasileiros. Entretanto, estou aqui para contestar essa afirmação precipitada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sim, o número de &lt;b&gt;alunos&lt;/b&gt; matriculados no curso de Direito aumenta de forma impressionante. Porém, isso não implica dizer que o número de &lt;b&gt;estudantes&lt;/b&gt; tenha adquirido aumento igual.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu, como estudante de Direito, vejo constantemente as pretensões- mesmo que falsas - dos alunos que ingressam na vida acadêmica jurídica. Em todos os primeiros semestres do curso de Direito eles, independente da faculdade, se vêem confrontados pela seguinte pergunta:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;''Por que você faz Direito?''&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A resposta a este questionamento é fruto do pensamento cultural que permanece em nossa sociedade há anos devido ao grande poderio estatal exercido em nosso território graças, em boa parte, à nossa cultura lusitana . &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seja pela preservação do título de ''fidalgos'', seja pela intenção de obtê-lo, a verdade é que muitos alunos atualmente só estão frequentando a faculdade de Direito com interesse, não pela ciência jurídica, mas sim, pela vida economicamente boa e confortável que o curso pode vir proporcionar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitos desses alunos até vêm a se tornar estudantes de fato. Concentram horas, dias, meses e anos de suas vidas de estudo diário. Passam em concursos públicos e se tornam operadores do Direito. A partir daí, suas vidas mudam. O título de ''doutor'' se transforma em seus respectivos primeiros nomes. ''Joana Pontes de Andrade Coelho Assunção'' se torna ''Doutora Joana Pontes de Andrade Coelho Assunção''. E 'ai' de quem esquecer do primeiro nome!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As suas vidas baseiam-se na pseudo-&lt;i&gt;pathos &lt;/i&gt;ao curso de Direito. De tal forma que não dedicam seus esforços e conquistas na busca pela melhoria da sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há grandes exemplos de profissionais que amam o que fazem, de alunos que amam o estudo do Direito e até mesmo de pessoas não-bacharelandas, simples cidadãos, que se interessam pela vida da sociedade em que vivem. Todavia, estes estão cada vez mais escassos no meio de tantos bacharéis formados anualmente e de cidadãos descrentes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portanto, pretendo, com esse artigo, chamar a atenção de meus colegas a este fato e fazê-los repensarem suas escolhas a fim de que deste modo possam garantir uma vida melhor não só para eles mesmos como para a sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5010378197349415321-845427874452966402?l=direitopraksico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitopraksico.blogspot.com/feeds/845427874452966402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitopraksico.blogspot.com/2009/08/diminuicao-do-numero-de-estudantes-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5010378197349415321/posts/default/845427874452966402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5010378197349415321/posts/default/845427874452966402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitopraksico.blogspot.com/2009/08/diminuicao-do-numero-de-estudantes-de.html' title='Sobre a diminuição do número de estudantes de Direito no Brasil.'/><author><name>Raila de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11802650823582864080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='15' src='http://4.bp.blogspot.com/_Kx0hn_Ezkzc/SfImKI4LAhI/AAAAAAAAABw/bYKQwbVcoJ0/S220/Rah.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5010378197349415321.post-3112136691655295591</id><published>2009-05-08T12:25:00.000-07:00</published><updated>2009-09-11T22:04:46.953-07:00</updated><title type='text'>Breves considerações acerca do livro "As prisões da Miséria".</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://lh3.ggpht.com/pr.lopes/SFxvwos0iiI/AAAAAAAACts/x2dx6YV0P4s/prisao_lotada_thumb[3].jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 471px; height: 637px;" src="http://lh3.ggpht.com/pr.lopes/SFxvwos0iiI/AAAAAAAACts/x2dx6YV0P4s/prisao_lotada_thumb[3].jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin:0in;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Waqcuant, Loic. &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;As prisões da Miséria&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;. Edição 2001. Editora Zahar. Tradução: André Telles.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:.5in;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;A precariedade do sistema penal atual no cenário global é o alvo de Críticas e pesquisas realizadas por Loic Wacquant na obra ''As Prisões da Miséria'' ( Les prisons de la misère). O livro representa, de fato, um alerta a comunidade global e às sociedades que partilham da ideologia de medidas penitenciárias cada vez mais rígidas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;A “forja da nova razão penal” teve como idealizador Charles Murray, um dos principais administradores da gestão do presidente Reagan, na década de 80. A principal idéia da “Teoria da Vidraça Quebrada”, pseudo-cientificamente requintada por paralogismos e equívocos, baseia-se no rígido tratamento aos crimes, ou melhor, às contravenções praticadas no cotidiano, pois, de acordo com seus idealizadores, são esses delitos de menor importância que são mais incidentes e se transformam em crimes com alto grau de periculosidade no decorrer do tempo.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:.5in;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;A forma neoliberal de penalização, iniciada nos Estados Unidos da América, mais especificadamente no coração de Manhattan, promove a ''criminalização da miséria'' a fim de que se possa preservar a qualidade de vida da parte abastarda da população, detentora de maior representatividade eleitoral. Devido a punição de crimes, como a vadiagem, por exemplo, essa parte minoritária da população pode se sentir segura ao andar pelas ruas de sua cidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Wacquant, por meio de diversas e sólidas pesquisas, foi capaz de obter resultados –estes até mesmo esperados, por aqueles que vivem à luz da razão de um Direito Penal subsidiário - da não efetivação dessas medidas de criminalização de pequenos delitos e as conseqüências por elas desencadeadas, como a crescente indústria dedicada a construção e privatização de novos presídios, assim como a contratação de agentes carcerários. Nos Estados Unidos, segundo dados fornecidos pelo sítio eletrônico do &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Bureau of Justice Statics&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;, mais de dois milhões de pessoas encontram-se privadas de suas liberdades e existem cerca de quatrocentos mil trabalhando nas penitenciárias. Recursos que deveriam ser dedicados à área de saúde, educação e previdência, como para a área de “welfare”, foram sendo desviados para a construção e aprimoramento do sistema carcerário.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;A sobreposição da segurança policial nas ruas em relação a outras espécies de segurança, como a jurídica e econômica, por exemplo, mostra-se crescente nos países seguidores da doutrina de Charles Murray,como a Inglaterra e França,por exemplo. A opção feita pela adoção dessa medida é decorrente, por outro lado, da enorme insegurança social e salarial pela qual a população estadunidense se encontra desde a década de 80.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;A sociedade brasileira, por exemplo, desde a parte&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;detentora do mais alto padrão de vida, indo da classe média, até o pobre proletariado, mantém vivo esse sistema de criminalização da miséria, devido à forte insegurança que assola a população e faz com que a mesma acredite que privar todos os delinqüentes de suas liberdade é a melhor solução para resolver a questão da criminalidade. Fato este que pode ser observado presente na televisão brasileira. Por exemplo, quando a imprensa divulga uma rebelião no presídio , logo o povo revolta-se contra o diretor do presídio e as autoridades locais. Estes, prometem adotar medidas mais rígidas de segurança para não repetir o acontecido, e, se os mesmos cumprem a promessa, são tidos como um heróis nacional. Todavia, nunca se vê o contrário acontecer, nunca se presencia a população ou a imprensa revoltando-se contra o sistema carcerário brasileiro quando se encontra uma pessoa perante o juiz devido a uma reincidência criminal, pois um dos deveres do Estado, ao privar o indivíduo de sua liberdade, é recuperá-lo. As críticas não são direcionadas ao sistema, mas, sim, ao indivíduo reincidente.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;A escolha por uma substituição do Estado Social por um Estado Penal vê-se crescente tendência mundial, provocando a disseminação de miséria, a inflamação do setor carcerário e o esquecimento por completo dos direitos do penitenciado.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Wacquant mostra que a propagação de medidas oriundas do sistema da “Tolerância Zero” contribuiu definitivamente para o estabelecimento de um Estado Penal seletista e não subsidiário, focado em diminuir cada vez mais os auxílios previdenciários, não só dos presos, como da massa populacional em geral, a fim de direcionar esses recursos à grande indústria presidiária.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;A pena privativa de liberdade, que em sua natureza deveria ser uma das opções de medidas para recuperação de um indivíduo, a fim&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;de que este possa ser reabilitado a viver em sociedade, torna-se uma regra, sobrepondo-se à própria liberdade em si que, por sua vez, passa a virar a exceção. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Loic Wacquant, com genialidade estabelece críticas e soluções à triste realidade carcerária mundial, propondo a “criação de novos direitos do cidadão” e mais, a efetivação dos mesmos. Ao invés de optar pelas prisões da miséria, o autor prova que a Europa deve voltar sua atenção aos caminhos que podem ser seguidos para um retorno ao Estado Social, fato este que só depende da forma de civilização que o continente desejar adotar daqui em diante.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5010378197349415321-3112136691655295591?l=direitopraksico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitopraksico.blogspot.com/feeds/3112136691655295591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitopraksico.blogspot.com/2009/05/breve-consideracoes-acerca-do-livro-as.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5010378197349415321/posts/default/3112136691655295591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5010378197349415321/posts/default/3112136691655295591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitopraksico.blogspot.com/2009/05/breve-consideracoes-acerca-do-livro-as.html' title='Breves considerações acerca do livro &quot;As prisões da Miséria&quot;.'/><author><name>Raila de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11802650823582864080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='15' src='http://4.bp.blogspot.com/_Kx0hn_Ezkzc/SfImKI4LAhI/AAAAAAAAABw/bYKQwbVcoJ0/S220/Rah.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/pr.lopes/SFxvwos0iiI/AAAAAAAACts/x2dx6YV0P4s/s72-c/prisao_lotada_thumb[3].jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5010378197349415321.post-1749984197267411641</id><published>2009-04-24T15:04:00.000-07:00</published><updated>2009-04-24T15:12:41.318-07:00</updated><title type='text'>Significado: Direito e Práksis.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://chapabranca.files.wordpress.com/2008/05/menos-ricos-e-menos-pobres.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 590px; height: 443px;" src="http://chapabranca.files.wordpress.com/2008/05/menos-ricos-e-menos-pobres.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Lucida Grande"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;i&gt;Práksis &lt;/i&gt;é uma palavra grega que representa uma corrente teórica filosófica formada, basicamente, pela idéia de que o conhecimento deve ser revolucionário e causar mudanças sociais. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Verdana"&gt;Entendida - mesmo que lexicamente - a noção da &lt;i&gt;práksis &lt;/i&gt;grega, resta-nos fazer uma ligação desta com o Direito.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Verdana"&gt;Muitas mentes sábias se empenharam diversas definições para esse conhecimento tão abstrato que é o Direito, sendo que ainda hoje a busca incessante pelo significado desta palavra é motivo de estudos aprofundados. No que tange ao nosso estudo muito conveniente é a definição feita por Miguel Reale que diz que '' o Direito é um fato ou fenômeno social; não existe senão na sociedade e não pode ser concebido fora dela.''&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Verdana"&gt;Ao empregar o termo ''Direito Práksico''- o qual muitos podem entender como uma enorme redundância - pretendi, portanto, fazer uma analogia entre esses dois termos, aspirando - mesmo que para muitos utopicamente - a realização de um direito voltado a fazer revoluções e mudanças a favor da justiça social e da isonomia aplicada.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Verdana"&gt;Em face da desigualdade constante na realidade brasileira o termo ''Direito'' vem sendo hostilizado - e com razão - por boa parte da população que se vê oprimida pelas ações judiciárias realizadas em nome desse ''Direito'' que, claramente, tem cada vez mais o seu símbolo da balança - &lt;i&gt;à priori&lt;/i&gt;, representante fiel da igualdade - pendendendo cada vez mais para o lado do domínio da classe abastarda da nossa sociedade.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Verdana"&gt;O objetivo desse sítio eletrônico é elaborar discussões - a fim de que estas, por sua vez, possam se transformar em soluções - acerca dos problemas sociais brasileiros e do Direito no cotidiano das pessoas.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Verdana; min-height: 15.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;b&gt;REFERÊNCIAS:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Verdana; min-height: 15.0px"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 12.0px Verdana"&gt;&lt;b&gt;LIÇÕES PRELIMINARES DE DIREITO. REALE, MIGUEL. 27&lt;/b&gt;&lt;span style="font: 13.0px Arial"&gt;ª &lt;b&gt;Edição. Pág.2.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5010378197349415321-1749984197267411641?l=direitopraksico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitopraksico.blogspot.com/feeds/1749984197267411641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitopraksico.blogspot.com/2009/04/significado-direito-e-praksis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5010378197349415321/posts/default/1749984197267411641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5010378197349415321/posts/default/1749984197267411641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitopraksico.blogspot.com/2009/04/significado-direito-e-praksis.html' title='Significado: Direito e Práksis.'/><author><name>Raila de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11802650823582864080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='15' src='http://4.bp.blogspot.com/_Kx0hn_Ezkzc/SfImKI4LAhI/AAAAAAAAABw/bYKQwbVcoJ0/S220/Rah.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
